
Omón Osún, por nunca ter tido um filho, criava uma menina. Dessa data por diante, ela e a menina ficaram sendo odiada por algumas pessoas que faziam parte deste terreiro e que, por inveja de Omón Osún, começaram a tramar novidades, procurando um meio qualquer para fazer OsàÀla se zangar com ela e tomar o àsè entregue por Osààlà. Fizeram coisa que até deus dovida contra Omón Osún. Porem nada surtia efeito.
Cada vez mais Osààlà ia aumentando a amizade e a dedicação por Omón Osún. Ela era dotada ao comprimento de suas obrigações e não dava margem alguma para ser por ele repreendida. Como dizem que a águua bate na pedra até que futra, aconteceu que no dia da festa, a invejosa desiludidas por não poderem fazer o q eu desejam, de passagem pela casa de Omón Osún, se depararam com a coroa de Osààlà, que lea tinha areado e colocado no sol para secar. Quando elas viram a coroa de Osààlà, muito bonita e mais reluzente do que nunca, combinaram de roubar a coroa e jopgar no fundo do mar. E assim feram.
Quando Omón Osún foi pegar a coroa para guardar, não a encontrou, ficou louca.procura daqui procura dali, remexendo tudo procurando em todos os cantos da casa e nada da coroa aparecer. As envejosas, a aflisão que estava passando Omón Osún e suas filhinhas, satisfeitas pelo mal que tinham causado, riam as gaifadas, dizendo: agora sim quero ver como ela vai se explicar com Osààlà amanha quando ele procurar a coroa e não encontrar...
A essa altura Omón Osún, completamente atordoada, só pensava em se matar e já estava resolvidaa fazer isso, para não passar vergonha perante Osààlà. Foi quando a mininazinha, sua filha de criação, disse mamãe, por que a senhora não vai na feira amanhã bem cedinho e não compra o peixe mais bonito que estiver lá ? A coroa de Osààla deve esta na barriga deste peixe. E assim amenina exestiu tanto que Omón Osún decidiu aceitar o que a menina aconselhou, dezendo:fique tranqüila minha filha, por que demadrugada eu vou até a feirave se encontro com esse peixe que você imagina, ter a coroa do rei OsÀÀlà na barriga.
A menina foi dormi tranqüila. Omón Osún, coitada, na Ao pode dormi toda noite preocupada e a madrugada chega e ela sai pra feira mais não cosegue encontrar aquele bendito peixe, que a menina julgava ter uma coroam na barriga.mais adiante ela encontro um senhor vendendo um peixe, o qual era o único que se encontrava no mercado.
Omón Osún comprou o peixe e foi correndo para casa, a fin de destrincha-lo. Queria ver se sua filha tinha aconselhado bem, para ela poder obter a paz e traquilidade espiritual, encontrando a coroa de Osààlà.assim que ela chegou em casa foi direto para cozinha para abrir a barriga o peixe. Porém. Não conseguiu. Quando ela estava se acabando de chorar e labutando para abrir a barriga do peixe, a menina acordou e foi logo perguntaNDO: MAMÃE COMPROU O PEIXE? A SENHORA DEIXA QUE EU ABRA A BARRIGA DELE?
Omón Osún bastante chorosa, respondeu: minha filha a barriga é muito dura. Eu não posso abrir, quanto mais você; amenina se levantou foi ate a cozinha, apanhou um cakumbú e foi rasgando abarriga do peixees se abriu em bandas, deixando aparecer a coroa de Osààlà ainda ,ais bonita do que era antes.
Omón Osún se abraçou com a menina e de tanto acontentamento não sabia o que fazer com ela. Carregava. Beijava, dançava, cantava, por fim, Omón Osúnolhando para amenina. E em seguida votando as vistas para o céu disse: Olórun deus que lhe abençoe. Sua manzinha esta sendo perseguida, porém com a fé que tem no seu eledá, anjoi da guiarda, não há de ser vencida.
Limparam muito bem limpa a coroa e quardaram muito bem quardada junto com os outros pertence de Osààlà.em seguida Omom Osún cozinhou o peixe e fez um grande almoço e convidou a todos da casa para almoçar com ela, dizendo que esta festejando o dia da festa de Osààlà.
Ao meio dia Omón Osún jutamente com sua filhinha, serviu o almoço acompanhado de aluwá a bebida predileta de Osààlà, a qual os erés dão nome de mijo do pai. Depois do almoço, todos foram descançar para na hora determinada da inicio a festa das águas de Osààlà.
As invejosa quando viram todo aquele movimento, Omón Osúnmuito contente como se nada tivesse acontecido a ponto de dar até um banqueteem homenagem a festa de Osààlà, ficaram malucas. Uma delas perguntou: sera que ele encontrou a coroa ? oputra respodeu, eu bem disse que queimasse. E a outra, mais danada ainda, dizia: eu disse a vocês que o era cavar um buraco bem fundo e enterra. A primeira procurando acalmar os ânimos, disse para as outras: vamos esperar até a hora que ela apresewntar as roupasd de Osààlàcom todos os armamentos. Se a coroa estiver no meio, o jeito que temos eé fazer um grande ebo e colocar na cadeira que ela vai se sentar ao lado de Osààla. O ebo, sacrifio pode ser empregado para o bem ou o mal. Quando estava perto da hora de começar a festa, Omón Osún apresentou a Osaala toda a roupa com todo armamentos, deixando as invejosas mais danada e com mais desejo de vingança, a popnto de procurarem fazer ebo por elas idealizado e colocado na cadeira a onde Omón Osún era obrigada a sentar-se por ordem de osààlà.
Começou a festa co,m a maior alegria possível, Osààla chegou a companhado de Omón Osún e se sentou-se no trono. Omón Osún sem saber o que estava sendo feito contra ela, também sento-se na cadeira ao lado de Osààlà.
Quando começaram as cerimônias e que Osààlà precisou colocar sua coroa, virou-se para Omón Osún e pediiu para ela apanhar a coroa. Omón Osún quis se levantar e não pôde. Fez força para um lado para o outro, e nada de poder levantar-se, até quando ela desidiu levantar-se de qualquer jeito, devido a grande dor que sentiu olhou para cadeira e viu que estava toda suja de sangue.
Alucinada de dor e em saber que Osaala de forma alguma podia ter algo vermelho perto dele, por que era ewó, saiu esbaforida pela porta afora,indo-se esbarra na casa de Èsù
Quando èsù abriu a porta e viu omón Osún toda suja de sanguidisse:você vindo desse jeito da casa de meu pai infrigiu o regulamento e eu não posso lhe abrigar, e fechou a porta. Daí ela foi para casa Ògún e Osààsí,de todos os orisás, e sempre diziam a mesma coisa que disse Èsù. Só restava a casa de Osún, esta já tinha sabido o que estava acontecendo e estava a sua espera. Omón Osún, se jogando nos pés dela, disse: minha mãe, me valha, estou perdida. Osaala não vai me querer mais em sua casa.
Osún disse para ela não se preocupe, que um dia Osaala ia busca-lá de volta. Desepois Osún, usando de sua magia, fez com que do lugar onde sangrava em Omón Osún saise ekodidé pena vermelha de papagaio da costa, ate quando sarou a ferida.
Osún depois de ter colocado todo aquele akodidé numa grande igbáreuniu todo seu pessoal e toda noite faziamum siré cantando assim: ( bi o ta ladé, bi o ta ladé, iru male, iya omim ta ladé, oto ru èlefan kobajá obirin, iya omim ta ladé.
E assim Osún, ricamente vestida sentada no seu trono, com Omón Osún ao seu lado, a cuia de akodidé e as vasilçhas para colocarem os dinheiros em frente a elas, recebia as as visitas de todos os orisás que iam até la para ver e saber por que Osún estava fazendo aquela festa todas as noites, todos que la chegavam e se enteiravam do acontecimento, se era homem dava dobale, se estirava de peito no chão para ?Osún, depois apanhava um akodidé, e colocava uma certa quanytia na vasilha que estava ao lado para ser colocado o dinheiroo, e se era mulher, dava iká, que dizer, se deitava no chão de um lado e do outro para Osún e, em seguida apanhava um akodidé e colocava também o dinheiro na referida vasilha.
Tudo aquilo que estava acontecendo no palácio de Osún ficou sendo muito propagado, e as invejosas faziam todo possível para que Osaala não soubesse. Um dia sem que elas observarem que Osaala estava por perto, começaram a comentar o caso, quando uma delas disse: com ele não tem quem possa. Depois de tiudo que nos fizemos, depois de ter acontecido o que aconteceu aquui no palácio de Osaala e de ter sido enjeitada por todos os orisás, vocês não estão vendo que Osún abrigou ela ? curou, consequindo que do lugar que sangrava saicem akodidé, fazendo uma grande fortuna e almentando a sua riquesa. Agara só nos resta é fazer com que o velho não saiba com que estava acontecendo no palácio de Osún, se não é bem capaz de quere ir até la.
Nisso velho Osaala pigarreou dando a emntender que tinha ouvido toda conversação. Ordenou a elas que procuracem saber que hora começava o siré no palcio de Osún e que elas iam servi de companhia pára ele pode ir apreciar o siré e tomar conhecimento do que estava acontecendo.
Quando elas ouviram Osaala falar desta maneira bem pertinho delas, a terra lhes faltou nos pés e o remoço montou no seu cangotes,fazendo com que elas fugissem para nunca mais voltar ao palácio de Osaala.
À noite depois do jantar Osaala, cansado de esperar pelaqs três invejosas e não vendo qualquer u,ma delas aparecer, disse: fugiram com medo com que eu a castigasse pela grande injustiça que cometeram, não sabendo de que o castigo será dada por elas mesmas.
E assim Osaala diroigiu-se para o palácio de Osún a fim de assistir o siré e saber qual a causa do mesmo.quando Osaala chegou ao palácio de Osún, madou anuciar a sua chegada. Osún, mais bonita do que nunca coberta de ouro e de muitas jóias dos pés a cabeça sentada no seu rico trono, mandou que Osaala entrasse e contibuou o siré cantando: bi o ta ladé, bi o ta ladé, iru male, iya omim ta ladé, oto ru efan kobajá obirin, iya omim ta ladé.
Quando Osaala entrou ficou absmado de ver tanta riquesa e quando reparou bem para Osún, que viu ao seu lado Omón Osúin, a pessoa que cuidava dele e de todas as suas coisas, a quem ele julgava ter perdido devido aop que tinha acontecido, não se conteve se jogou também no chão dando dobale para Osún, apanhando u akodidé e colocando bastante dinheiro na vasilha.
Osún quando viu o velho dar dobale para ela, se levantou cantando: Dodô fin dódóbalè, ko binrin iya omim, ta ladé, e foi ajudar osaala a se levantar do chão.
Depois que Osaala se levantou Osún pegou Omón Osún pela mão e entregou a Osaala dizendo: aqui esta a vossa zeladora, sã e salva de todo mal que desejaram para ela, para que ele ficasse odiada por vós. Osaala agradecendo a Osún disse: Osún em agradecimento a tudo o que fizeste de bem e para amenizar os sofrimentos de Omón Osún, eu Osaala, prometo leva-la de volta para o meu palácio e de hoje em diante nunca hei de me separar desta pena vermelho que é o akodidé e que sera o único sinal desta cor que carregarei sobre meu corpo..