quarta-feira, 20 de abril de 2011

COMPROMISSO MEDIUNICO- Por Alexandre Cumino


Irmãos e filhos, recebi este texto e resolvi repassá-los, é ótimo para reflexão, boa leitura e aproveitem para pensar sobre o mesmo...

"Escrevi estas linhas para meus irmãos, filhos, do terreiro/templo/escola Pena Branca, mas creio que embora esteja carregado de alguns conceitos locais (restritos a este Templo) ofereço a todos como uma reflexão sobre o compromisso e o comprometimento mediúnico.
Alexandre Cumino."

COMPROMISSO MEDIUNICO

Desenvolver a mediunidade na Um­banda é algo considerado de gran­de responsabilidade. O mé­dium que vai se desenvolver irá lidar com vidas humanas, muitas vezes, em momentos de dor e perdas, outros em conflitos existenciais e questionamentos de valores.

Este médium para exercer mini­ma­mente bem sua atividade mediúnica diante da responsabilidade assumida deve ter ao menos comprometimento com o compromisso assumido ou que pretende assumir.

Se a tarefa mediúnica não é priori­da­de em sua vida, então podemos con­cluir que dificilmente realizará um bom trabalho para si e para os outros, pois, não basta ter o fenômeno da mediunidade ( sendo ela de incorporação ou não) e deixar que a energia de um espírito faça tudo e assuma todas as responsabilidades como se este trabalho não dependesse também de uma parceria entre a energia do médium e seus guias que necessitam dela para trabalhar e vice-versa.

Sem comprometimento o trabalho espiritual fica para segundo plano: Vela de anjo da guarda, banhos, firmezas, orações e verdades ficam para trás. Quando se dá conta já não consegue mais ter a freqüência desejada no com­promisso assumido.

Quando chega a este ponto, de dar desculpas a si mesmo e aos outros por suas faltas, temos um sinal de alerta. Talvez, este médium deva voltar a assis­tência durante um período para pensar melhor se quer apenas poder vir de vez em quando ao terreiro ou assumir um compromisso consigo mesmo e com a espiritualidade.

Somos médiuns para oferecer o dom a quem necessita,... para recebermos e buscar algo nossa posição é de con­sulente;

aquele que mais pretende oferecer que receber é médium,... aquele que pretende mais receber que ofe­re­cer é consulente.

Mas há de convir que o médium é o primeiro a receber os be­nefícios do convívio com as entidades espi­rituais.

A oportunidade de aprendizado ou­vindo as dores alheias são únicas e po­dem transformar sua vida.( você verá que não é o único a ter problemas e que há pessoas em pirores situações que a sua.)


Comprometimento mediúnico é comprometimento com a vida, o descomprometimento mediúnico denota descomprometimento com a vida, um alto enganar-se, auto sabotagem ou simplesmente um sinal de que, talvez, pode ser, que o seu caminho seja em outro lugar, o que pode ser na mesma religião ou outra religião. E ninguém pode saber esta resposta a não ser você mesmo com a força do seu coração e do seu ser junto ao “eu superior” e Deus.


OGUM GUERREIRO - 23 de abril



Divindade masculina iorubá, figura que se repete em todas as formas mais conhecidas da mitologia universal, Ogum é o arquétipo do guerreiro. Bastante cultuado no Brasil, especialmente por ser associado à luta, à conquista, é a figura do astral que, depois de Exú, está mais próxima dos seres humanos. O Guerreiro sempre foi a figura mítica do deus mais invocada, já que é sua função realizar no astral as guerras que os seres humanos não conseguem travar ou vencer na sua luta cotidiana. Foi uma das primeiras figuras do candomblé incorporada por outros cultos, notadamente pela umbanda, onde é muito popular. É sincretizado comumente com São Jorge ou Santo Antônio, tradicionais guerreiros dos mitos católicos, também lutadores, destemidos e cheios de iniciativa. Ogum segundo as lendas não era figura que se preocupasse com a administração do reino do seu pai, Odudua. Apesar de ter sido o eventual substituto do pai em diversas ocasiões, ele não gostava de ficar quieto no palácio, dava voltas sem conseguir ficar parado, arrumava romances com as moças da região e brigas com seus namorados. E, criando assim uma imagem política desmoralizante, acabava sendo enviado para o que mais gostava de fazer: lutar para conquistar territórios. Não se interessava pela administração do local conquistado. Ogum é aquele que gosta de iniciar as conquista mas não sente prazer em descansar sobre os resultados delas. Na África Ogum é o Deus do ferro ,a divindade que brande a espada e forja o f erro, transformando-o no instrumento de luta. Assim, seu poder vai-se expandindo para além da luta, sendo o padroeiro de todos os que manejam o ferro: ferreiros, barbeiros etc...É por extensão o orixá que cuida dos conhecimentos práticos, sendo o patrono da tecnologia. É o símbolo do trabalho, da atividade criadora do homem sobre a natureza, da produção e da expansão. Tem junto com Exú posição de destaque logo no início do ritual. Tal como Exú, Ogum também gosta de vir a frente. Tem algo em comum com as duas primeiras figuras do Zodíaco, os signos de Áries e Touro: a energia quase pura, explosivamente criativa e indomada, praticamente inesgotável do carneiro e a visão prática, utilitária, a determinação na busca de objetivos e a capacidade de trabalho do Touro. Como se pode depreender das indicações anteriores, Ogum não se prende a riqueza. Não se interessa pelo poder representado pelo governo, pelo controle do comportamento dos cidadãos em tempo de guerra, por atividades que exijam tempo, paciência e sutilezas diplomáticas ou cuidados com as repercussões secretas e milimétricas de cada atitude. Ogum gosta do preto no branco, dos assuntos definidos em rápidas palavras, de falar diretamente a verdade sem ter que se preocupar em adaptar cada discurso a cada pessoa. è arrogante demais para modificar seu modo de falar e ter de pensar que o que é lógico e válido para ele pode não ser para outros. Pouco se importa com a comodidade e dispensa o luxo. Todas as passagens dos rituais de Ogum, especialmente suas comidas ritualísticas, estão entre as mais despojadas dos costumes africanos. Gosta de dormir no chão, precisa que o corpo entre em contato sempre direto com a natureza e dispensa roupas elaboradas e caras, que possam ser complicadas de vestir ou que exijam muito espaço na mochila. A violência e a energia, porém, não explicam Ogum totalmente. Ele não é do tipo austero. Embora sério e dramático, nunca é contidamente grave. Contenção, aliás, é palavra que desconhece. Quando irado, é implacável, apaixonadamente destruidor e vingativo. Quando apaixonado, sus sexualidade é devastadora e não se contenta em esperar nem aceita a rejeição. Fora da guerra é o Orixá da alegria, da diversão, da delícia de viver, especialmente no contato com amigos e camaradas. Ogum gosta de alegria, de muita gente em volta ouvindo suas histórias, sendo a feijoada uma comida que eventualmente pode ser oferecida ao orixá, por ser um prato social por excelência. O numero associado a Ogum é o sete que divide com seu irmão Exú. Partilha com Exú também a violência, o individualismo e o gosto de entrar de cabeça nas lutas e guerras. Falta a Ogum porém a malícia de Exú que as vezes finge não estar brigando para melhor poder atacar o oponente, enquanto Ogum sempre ataca pela frente, sem medir perigos. Por outro lado, Ogum leva vantagem sobre Exú, mesmo sendo temperamental, dado a repentes, mantém-se fiel a seus próprios objetivos. Não quer vencer a batalha, mas a guerra como um todo. As dificuldades servem de estímulo a Ogum ,quanto mais obstáculos, mais eles permanecem na luta.

Caracteristicas de seus filhos

Os filhos desse Orixá são pessoas curiosas e resistentes, com grande capacidade de concentração no objetivo a ser conquistado: a coragem é muito grande, a franqueza absoluta, chegando mesmo a falta de tato, que, acrescida à rudez habitual, pode conquistar-lhes a fama de mal educados ou pouco preocupados com os outros. É um líder nato, embora certas vezes não demonstre, gosta de assumir o controle de equipes com as quais está envolvido. Gosta de chefias e departamentos onde esteja presente o novo e o inexplorado. Em ternos físicos, o filho de Ogum tende a ser esguio, musculoso e atlético, mas não necessariamente volumoso. Tudo em Ogum se aproxima do conceito de despojamento, do ser que não tem tempo para ser vaidoso, por que está sempre de passagem. A vida dos filhos deste orixá é movimentada, sua casa tem poucos móveis., quase nunca de estilo antigo e de características barrocas, com cantinhos difíceis de limpar. Será um lar austero, com poucas peças, sempre muito práticas, deixando grandes espaços vazios, o importante para ele não é criar um ambiente harmonioso, mas ter cadeiras para sentar, mesa para servir as refeições ou trabalhar e pronto. Os cabelos das mulheres de Ogum costumam ser cortados curtos; quando longos, são mantidos soltos, lisos ou enrolados por uma permanente, ou seja, formas simples que não exijam perda de tempo.

O culto a Ogum


As oferendas e festas para Ogum , costumam realizar-se nas terças-feiras, dia a ele consagrado. Todas as danças dos filhos de Ogum possuídos pelo Orixá tem marcações marciais, de guerra e luta, sendo comuns os embates entre os filhos de Ogum e Xangô, velhos adversários. Excetuando-se Exú, de quem é companheiro e irmão, e Oxalá, a quem respeita como Patriarca, as relações de Ogum com os outros orixás masculinos (Aberós) não são muito boas, o que é lembrado nas festas. Com os orixás femininos (Iabás) o relacionamento é superficial, pois as considera apenas objetos sexuais. O elemento fundamental dos apetrechos de Ogum é o ferro, lembrando sua condição de ferreiro e metalúrgico. Sua cor é o azul-índigo ou o azul mais brilhante que o aço assume no momento imediatamente posterior a forja.

Sincretismo

Ogum foi sincretizado com São Jorge , por serem de caracteristicas identicas,- Soldados Guerreiros.

A oração de São Jorge

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge
, para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem,
tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam
e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças
se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se
arrebentem sem o meu corpo amarrar.
Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua
santa e divina graça,
Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino,
protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e
Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu
defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos.
Glorioso São Jorge , em nome de Deus, estenda-me o seu escudo
e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com
a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus
inimigos fiquem humildes e submissos a vós.
Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino
Espírito Santo.

São Jorge rogai por nós!...

Prece a Ogum

Orixá protetos, Divindade das lutas por um ideal, abençoai-me, dai-me forças, fé e esperança. Senhor Ogum, Divindade das guerras e das demandas. livrai-me dos empecilhos e dos meus inimigos. Abençoai-me neste instante e sempre para que as forças do mal não me atinjam. ogum Lê, Cavaleiro Andante e dos caminhos que percorremos, dai-nos sua eterna proteção. Patacori, Senhor Ogum, vencedor de demandas...Ogunhê meu Pai...que assim seja!






PÁSCOA




A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta de muitos séculos atrás.
O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae.
Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.

Entre os primeiros os cristãos a data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março). Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade
de Jeruslém.




Significado dos "ovos de Páscoa" Por ser os ovos símbolo da vida em gestação, para os cristão o ovo tem o significado de ressureição daquele que está por nascer. O ovos de páscoa portanto, é o símbolo festivo do final da quaresma,do mártirio e o ressurgimento, de nosso Mestre jesus Cristo, da morte como vencedor do mal e da finitude mortal dos humanos.

O que é que o "coelho" tem a ver com isso?

A figura do coelho como a do ovo está simbolicamente relacionada à páscoa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.

Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.



quarta-feira, 30 de março de 2011

O SINCRETISMO NO RITUAL DA CURA NO CANDOMBLÉ

O Ritual da Cura ou Fechamento de Corpo praticado em muitos candomblés na Sexta Feira da Paixão, que é uma data que os católicos dedicam à memória da crucificação de Jesus Cristo, tem origem nas mais antigas práticas bantos de calundus (formações religiosas anteriores à formação do candomblé modelado pelo Ketu na Bahia).

Algumas tradições Jeje Mahi, formações de candomblés Nagô Vodum, e Jeje Nagô principalmente, absorveram, em sua formação, do elemento banto presente no Recôncavo Baiano, tal tradição, umas casas como as de Candomblé de Angola realizam na Sexta Feira da Paixão e outras tradições segmentadas e formações não propriamente no dia santificado dos católicos, mas em etapa anterior ao sacrifício do bicho de 4 patas do rito de iniciação.

A “cura” é uma denominação para a “cruza ou cruz”, sinal recebido dos mercadores e traficantes de escravos para marcá-lo e distinguí-lo dentro de um grande número de indivíduos, principalmente assim agiam os mercadores e traficantes espanhóis, portugueses e brasileiros (muitos referidos ao longo da História como sendo portugueses). Tal símbolo era marcado nos braços, peito, costas dos escravos de forma a marcá-lo com sendo já batizados e portanto que já haviam recebido o nome pelo qual deviam ser conhecidos doravante, só então depois eram conduzidos ao Brasil em navios negreiros. Tal flagelo atendia a grandes encomendas de escravos principalmente para o árduo trabalho da lavoura no Ciclo da Cana de Açúcar.

Em fongbè (Língua Fon) a cruz é denominada kluzú (pronunciando-se curuzú, que dá nome a uma localidade em Salvador, Bahia). Para o indivíduo banto de forma geral e principalmente no Brasil ficou entendida como “cura”. Também no Brasil muitos índios entenderam o símbolo da cruz como curuçá ou cruçá a partir dos Jesuítas, passando assim a denominá-la.

O segredo do Fechamento de Corpo no Ritual da Cura está no que lhe é passado depois da marcação do sinal e o que é rezado naquele momento, diferindo os ingredientes passados e ingeridos e as rezas de acordo com o candomblé.

Durante o primeiro processo de iniciação, que normalmente tem a duração de 21 dias, são diversos os rituais que têm lugar, e pelos quais os Yaôs têm que passar para poderem receber o seu Orixá de forma íntegra.

São tomados diversos cuidados para que o iniciado possa de facto, dali para a frente estar munido do conhecimento necessário, mas também de defesas necessárias, uma vez que vai nascer para a sua “nova vida”.

Não se trata só de munir e proteger o espírito das defesas necessárias, mas também o seu corpo físico, e nesse âmbito, são feitas as chamadas Kuras.

As Curas são incisões feitas no corpo do Yaô, que por um lado representam o símbolo de cada tribo, como o símbolo de cada Ilê (casa ou terreiro), mas têm o objectivo de fechar o corpo do Yaô, protegendo-o de todo o tipo de influência negativas.

Para isso são feitas as incisões (o que chamamos de abrir) e nessas incisões é colocado o Atim (pó) de defesa para aquele Yaô (iniciado). O Atim tem uma composição base de diversas plantas e substâncias, mas o Atim utilizado para as Kuras, contêm também as ervas do Orixá daquele Yaô em quem ele vai ser aplicado.

Sabemos que em algumas casas a Kura pode também ser tomada como infusão de ervas, porém na maioria das Casas de Candomblé, as Kuras, que são de origem Africana, são feitas como incisões ou cortes, e nesse cortes são colocados pequenos punhados de Atim, para que esse Atim penetre no corpo e o proteja de males exteriores enviados contra a pessoa.

Normalmente, as Kuras são feitas no peito, dos dois lados, nas costas, também dos dois lados e nos braços; evitando assim que de frente, de costas ou no manuseio de qualquer coisa algo negativo possa entrar no corpo do Yaô.

Além dessas, na feitura do Santo, abre-se também o Farim, que é uma Kura no centro do Orí, do Yaô, que por um lado impede também que algo de mal possa entrar na cabeça do Yaô, mas que facilita também a ligação com o seu Orixá. É comum também fazer-se na sola dos pés para evitar que o pisar de algo negativo possa interferir com o Yaô, havendo ainda, alguns zeladores que fazem uma Kura na língua dos seus Yaôs, para que os mesmos não comam comidas “trabalhadas”, e caso as comam, para que essas comidas não lhe façam mal.


domingo, 27 de março de 2011

HOMENAGEM AO "BRAÇO ESQUERDO DO CRIADOR" 2011



































Como todos os anos homenageamos aos Exus e Pombagiras em forma de agradecimento fazemos uma humilde homenagem a estes Guardiões tão queridos...e perdoem os Exus, se esqueci do nome de algum...

Agradeço especialmente a Olorum por ter permitido que esta maravilhosa falange, possam estar em contato conosco, às vezes não entedemos seus trabalho e nem suas vestes, mas sabemos são grandes arcanos, são os grandes manipuladores e frenadores de nossas vidas, Exu é pau, é pedra e é porrete, é pau que nos serve de escada para alcançarms nossos objetivos, é pedra no caminho de quem não respeita suas leis e é porrete no coração de quem interfere suas leis sagradas.
Agradeço a Exu Marabô por cuidar dos meus caminho abrindo as porteiras para meu sucesso alcançando meus objetivos, obrigado também a Exu Tranca-Ruas e Capa Preta.

Agradeço a Exu por me lembrar das leis sagradas, sabendo em nosso consciente que toda ação causa uma reação e está será aplicada por Exu, obrigado Exu Gira-mundo, Pantera Negra, Seu 7, Exu da Estrada,7 Porteiras,7 Catatumbas, Seu Ganga, Exu Veludo e Exu mangueira.

Agradeço a Exu por cuidar de meus pensamentos e anular as palavras malditas em direção a minha pessoa, agradeço a Pantera Negra, 7 Gargalhadas, Gato preto, Seu Tiriri.
Agradeço as Exus mirins, pois esse são grandes curadores, junto com a falange de Tiriri, Exu Dadá, Exu do Lodo, Exu brasinha, Calunguinha, toquinho e Veludinho.

Agradeço a Exu a proteção que sempre me deram e sempre me darão no dia de meu desencarne, agradeço a falange de Tatá Caveira, João Caveira Sete Cruz das Almas e Rosa Caveira.

Agradeço a Sete Encruzilhadas, Sete Chaves e Sete Pembas por serem a grande lâmina da espade Oxalá.

E agradeço a todas Pomba-Giras pela força e determinação, pois sem Pomba-gira Exu não faz nada. Agradeço especialmente a Pomba-Gira Dama da Noite, Sete Saias, Rainha, Maria Mulambo, Maria Padilha, Rosa Caveira, Clarita, Jaqueline, Maria éuiteria, Feiticeira e Maria Farrapo.
Obrigado todo povo de Exu, Salve Vossa banda e vossa Ganga.
Que Oxalá nos abençoe sempre
Mo jubá!!!
















































terça-feira, 22 de março de 2011

CONTRA - EGUM

A palavra "Egum" vem do Yorubano (Nigéria) e significa desencarnado, espírito, alma. Pode ser um espírito sem luz, mas brando e calmo e pode ser um espírito sem luz, ruim, zombeteiro, confuso.


O "contra-egum" é um fio trançado de palha-da-Costa para ser amarrado no braço, impedindo a aproximação do Egum.

Contra-egun é uma proteção que se usa em determinados dias em que há muitos trabalhos na rua, muitos eguns soltos... Por exemplo: na minha casa usa-se no carnaval e durante a quaresma,época em que muito povo de rua sem doutrina e eguns estão "soltos". Então, uma maneira do rodante proteger o seu ori é utilizando um contra-egum para que nenhuma entidade da rua sem doutrina ou egun se aproxime dele nesses dias em que há muita carga negativa e despachos com as mais variadas finalidades na rua. Agora, dia 2/11 ( Finados), é um dia em que os rodantes (o povo do santo em geral) deve usar o contra-egun, porque muita gente faz trabalho na madrugada do dia 1º para o dia 2 e os cemitérios ficam lotados de eguns e espíritos sem doutrina.

Muito utilizado para afastar estes eguns após obrigação do filho de santo, que recebem este artefado durante as mesmas e guardam após consigo como símbolo de proteção. Porém deve ser usado toda vez que o médium tiver que visitar locais propícios a estes espíritos tais como cemitérios, hospitais, delegacias, presídios, hospícios, enfim, lugares tidos como "carregados".
Algumas pessoas alegam que contra egum pode ser utilizado nos braços, nas pernas ou na cintura, mas isso é um erro. O contra egum somente é utilizado nos braços, o que se usa nas pernas tem outro nome,( o OPACHORÔ que também pertence a Obaluayê e nesse utiliza-se um guizo preso, pois seu barulho espanta os eguns. ) Já na cintura usa-se o cordão umbilical ( Umbigueira) que representa a ligação direta do iniciado com seu Orixá. assim como o que se usa na cintura.

Sempre que tivermos utilizando contra egum, estamos impossibilitados de praticarmos sexo e de consumirmos bebidas alcoólicas, pois, que nessa fase, nosso Orixá está diretamente ligado a nós e como sabemos, essas coisas lhes são completamente estranhas e devemosa respeitá-los, permanecendo com o" corpo "mais limpo" que pudermos.

Se na sua casa, como na nossa, for preceito utilizar contra-egun, faça-o sem se envergonhar, ninguém tem nada com a sua religião, não precisa esconder, se achar que vale a pena, esclareça a pessoa com seus conhecimentos sobre o contra- egum. Mostre que sua Religião tem fundamentos e ensinamentos e que você é conhecedor deles.
AXÉ!




segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

CALENDÁRIO DE FESTIVIDADES.

HOMEM PODE INCORPORAR ENTIDADES FEMININAS?



Este tema é normalmente um grande gerador de controvérsias e dividem opiniões.

Muitos afirmam que se um médium homem trabalhar com uma entidade feminina isso pode levá-lo ao homossexualismo. Desta forma, alguns dirigentes de terreiros proíbem que os médiuns homens de suas casas trabalhem com entidades femininas tais como caboclas, baianas, pombas-gira.

Na verdade, é uma atitude da cultura preconceituosa e machista existente em nosso país, e estudos sobre o assunto mediunidade, que mais parece um assunto místico, cercado de segredos e pontos obscuros.

Primeiramente o homossexualismo não é algo pernicioso, nem uma doença ou desequilíbrio psicológico ou espiritual. Deve ser encarado apenas como uma opção espiritual em que cada um escolhe como um modo de reajuste cármico. Se é uma opção oferecida ou escolhida, devemos encarar que o homossexualismo é também uma via evolutiva em que o livre arbítrio de alguns pôde fazer.

Outro fator que produz essa distorção de análise é simplesmente não colocar à luz da razão a mediunidade, suas capacidades, potencialidades e utilidades.
A mediunidade é um instrumento que alguns espíritos escolhem para utilizar, quando reencarnados, para o benefício próprio e da comunidade espiritual a que ele pertence, sejam os encarnados e os desencarnados.

A base da mediunidade e ao mesmo tempo a sua razão de ser é a prática da caridade gratuita em que unem quatro grupos de espíritos :
  • Aqueles encarnados que procuram ajuda espiritual para si ou para os seus entes queridos;
  • Aqueles espíritos desencarnados que também procuram ou precisam de ajuda espiritual;
  • Aqueles espíritos guias que procuram levar o amor através de seus enormes e benéficos trabalhos espirituais junto à comunidade que eles dão assistência e;
  • Aqueles encarnados que tornam-se médiuns para a prática da caridade, da elevação espiritual própria e dos irmãos, recebendo, através de seus corpos físicos pela incorporação, as instruções dos espíritos guias;
Vamos analisar a questão partindo de linhas de pensamento racional :
1 - Se a caridade deve ser praticada e estendida a todo e qualquer espírito (carnado ou não), não se devem haver critérios limitantes de escolha e não tolher livre-arbítros.
2 - Por que uma médium pode incorporar um espírito masculino e não há limitação nisso ? Qual é a explicação lógica e racional para isso, já que se no caso contrário poderia haver uma potencialidade homossexual no médium homem? Há também homossexualismo feminino e isso não ocorre com uma médium que trabalhe com espíritos masculinos?
3 – Guias femininos existem tanto quanto os masculinos, assim como há tantos médiuns femininos quanto masculinos. Tais guias urgem trabalhar pela melhoria da comunidade que são-lhes responsáveis. Os guias já ultrapassaram limitações da materialidade, já limaram as arestas de seus comportamentos, já apuraram suas características de personalidade ao menos mais que nós ainda seres em processo de reencarne.
Seriam eles, esses luminosos guias, capazes de induzir algum médium, sob sua responsabilidade, a cometerem erros ou praticarem distorções em suas personalidades, desviando-se daquilo que foi planejado ?
Seriam esses guias tão preconceituosos quanto ao homossexualismo ao ponto de eles proibirem seus médiuns de serem homossexuais ?
Algum guia espiritual de fato incorporado já proibiu que médiuns homens incorporassem guias femininos ? Pensem...

4 – Um médium, seja homem ou mulher, tem seus corpos físico e espiritual capacitados para a manifestação mediúnica, seja em qual modalidade for necessária. Essa capacitação não está ligada aos pólos masculino ou feminino, mas sim aos chacras e plexos que farão as ligações energéticas entre médium e guia.
6 - Um guia tem seu grupo de médiuns para ajudar, para trabalhar com eles, em que ele é responsável e isso independe se os médiuns tem ou não o mesmo pólo masculino ou feminino que o guia.
7 - Os guias respeitam muito os corpos dos médiuns nos quais eles se utilizarão para se manifestar, entendem os aspectos físicos e suas limitações. Um guia só iria utilizar-se de um médium se este concedesse por livre arbítrio tal “empréstimo”, assim, não haveria obrigatoriedade neste intercâmbio espiritual.
8 - O fenômeno da incorporação traz ao corpo físico do médium, os trejeitos do guia, a forma com que o guia se manifesta, seu linguajar, sua capacidade de comunicação e toda a gama do modo de ser e agir do guia. Poderia aí, estar a causa de tanta preocupação de um médium masculino passar a ter os trejeitos de uma mulher quando um guia feminino o incorporasse. Entretanto a que se relevar que :
- os trejeitos são do guia e não do médium;
- após a desincorporação, o médium reassume seu corpo e suas faculdades voltam a se manifestar na íntegra sobre o seu corpo físico;
- nenhum guia iria expor ao ridículo médiuns pelos quais tem a responsabilidade de preservar;
- preocupados com a preservação de seus médiuns, os guias não iriam deixar que qualquer resquício energético nocivo ficasse sobre seus médiuns;
- guias como as crianças, também não tornam médiuns adultos, temporariamente, com trejeitos infantis ?
9 – As manifestações mediúnicas envolvendo médiuns masculinos e guias femininos não são tão raras como se pensa. Esses fenômenos apenas não são tratados com a devida naturalidade e respeito, onde é preferível que sejam evitados para não constranger aos preconceituosos.
Para concluir, após esses parcos argumentos, é preciso que haja a consciência de que a Umbanda é uma manifestação religiosa que liberta-nos de nossos equívocos através das demonstrações simples, descomplicadas e diretas da prática da caridade.

Também é preciso considerar o que os guias espirituais dizem sobre o assunto, o que eles aconselham., os desse terreiro abriram nossos olhos. Nos explicaram que " no mundo astral existem homens e mulheres como no nosso, isso acontece para que aja hegemonia astral e nunca uma entidade irá interferir na opção sexual de um médium.O médium é um medianeiro, um aparelho para espiritualidade trabalhar para a expansão da caridade, assim sendo a entidade não interfere na personalidade do medium, senão um médium que trabalha todas as linhas sofreria de personalidade múltipla!"
Este artigo não pretende fazer qualquer tipo de apologia, apenas procura trazer um pouco de luz a mais esse tabu existente em assuntos espirituais.No nosso terreiro, homens, médiuns casado com filhos trabalham com entidades femininas, estas nada lhes afetam a masculinidade, o que importa é o quanto de caridade e amor esse médium pode fazer e dar, o quão dedicado a espiritualidade ele é, e quão envolvido com o astral superios ele esteja.Queridos filhos, amigos, irmãos, respeitem e amem o proximo como a si mesmo e acabem com esse preconceito, (muitas vezes impostos por vocês mesmos), recebam suas entidades femininas ou masculina se sentirem sua vibração, aceitem-nas da forma que são, com a roupagem fluidica que tiverem em seu maminho na Lei." sua serva Dama da Noite.

Motumbá e Mucuiu a todos.

EXU, O ANJO INCOMPREENDIDO DA UMBANDA


Como já citamos logo no inicio desse blog, exu é um dos grandes pontos de conflito na UMBANDA com relação a outras religiões, por falta de entendimento, pela ignorância e pelo preconceito.Portanto voltamos a falar sobre "o braço esquerdo do criador..."

Muitos acreditam que nossos amigos Exus são Demônios, maus, ruins, perversos, que bebem sangue e se regosijam com as desgraças que podem provocar
, vem nos terreiros só pra fazer sacanagem e encher a cara.., Mas Porquê este Orixá, irmão de Ogum, animado, gozador, alegre, extrovertido, sincero e sobretudo amigo, foi comparado com o Diabo das profundezas macabras dos INFERNOS? Bem, para entendermos está história vamos voltar para 6.000 anos atrás, local, Mesopotâmia.
A Demonologia Mesopotâmica influenciou diversos povos: Hebreus, Gregos, Romanos, Cristãos e outros. Sobrevive até hoje nos rituais Satânicos que muitos já devem ter escutado e visto notícias na televisão e lido nos jornais nacionais e internacionais, principalmente na Europa e EUA.
Na Mesopotâmia os males da vida que não constituíssem catástrofes naturais eram atribuídas aos Demônios ( No mundo atual as pessoas continuam a fazer isso). Os Sacerdotes, para combater as forças do mal, tinham que conhecer o nome dos Demônios e perfaziam enormes listas, quase intermináveis. O Demônio mau era conhecido genericamente como UTUKKU. O grupo de 7 (sete) Demônios maus é com freqüência encontrado em encantamentos antigos. Se dividiam em Machos e Fêmeas. Tinham a forma de meio Humano e meio Animal: Cabeça e tronco de Homem ou Mulher, cintura e pernas de cabra e garras nas mãos. Com sede de sangue, de preferência Humano, mas aceitavam de outros animais. Os Demônios freqüentavam os túmulos, caminhos (encruzas), lugares ermos, desertos, especialmente a noite.
Nem todos eram maus, haviam os Demônios Bons que eram envocados para combater os Maus. Demônios benignos são representados como gênios guardiões, em número de 7 (sete), que guardam as porteiras, portas dos templos, cemitérios, encruzas, casas e palácios.
Bom, os Negros africanos em suas danças nas senzalas, nas quais os brancos achavam que eram a forma deles saudarem os Santos, incorporavam alguns Exus, com seu brado e jeito maroto e extrovertido assustavam os brancos que se afastavam ou agrediam os Negros escravos dizendo que eles estavam possuídos por Demônios.
Com o passar do tempo, os brancos tomaram conhecimento dos sacrifícios que os Negros ofereciam a Exu, o que reafirmou sua Hipótese de que essa forma de incorporação era devido a Demônios.
Assim, como Exu não é bobo, assumiu, sem dizer que sim ou que não, esse estereótipo colocado pelo branco.
As cores de Exu, também reafirmaram os medos e a fascinação que rondavam as pessoas mais sensíveis.
Portanto, o que aconteceu foi uma associação indevida, maldosa, entre aos Demônios Judaico-Cristãos e os Exus Africanos, simplesmente por similaridades em relação a cores, moradas, manifestação de personalidade, etc. Isso com o tempo foi caindo no gosto popular, na psique de pessoas mentalmente e espiritualmente pertubadas e começou a se construir "a visão real", de que Exu é o Demônio.
Naquela época, médiuns despreparados ou anímicos, ou pertubados mental e espiritualmente, recebiam Exus que diziam-se Demônios.
Nessa onda de horror ou de terror, alguns autores Umbandistas do passado, por falta de conhecimento ou por ignorância, fizeram tabelas de "nomes cabalísticos dos diabos", associando esses nomes aos Exus de Umbanda, como:
Marabô ou diabo Put Satanaika, Exu Mangueira ou diabo Agalieraps, Exu-Mor ou diabo Belzebu, Exu Rei das Sete Encruzilhadas ou diabo Astaroth, Exu Tranca Ruas ou diabo Tarchimache, Exu Veludo ou diabo Sagathana, Exu Tiriri ou diabo Fleuruty, Exu dos Rios ou diabo Nesbiros e Exu Calunga ou diabo Syrach. Sob as ordens destes e comandando outros mais estão: Exu Ventania ou diabo Baechard, Exu Quebra Galho ou diabo Frismost, Exu das Sete Cruzes ou diabo Merifild, Exu Tronqueira ou diabo Clistheret, Exu das Sete Poeiras ou diabo Silcharde, Exu Gira Mundo ou diabo Segal, Exu das Matas ou diabo Hicpacth, Exu das Pedras ou diabo Humots, Exu dos Cemitérios ou diabo Frucissière, Exu Morcego ou diabo Guland, Exu das Sete Portas ou diabo Sugat, Exu da Pedra Negra ou diabo Claunech, Exu da Capa Preta ou diabo Musigin, Exu Marabá ou diabo Huictogaras, e o nosso Exu-Mulher, Exu Pombagira, simplesmente Pombagira ou diabo Klepoth.
Mas há também os Exus que trabalham sob as ordens do orixá Omulu, o senhor dos cemitérios, e seus ajudantes Exu Caveira ou diabo Sergulath e Exu da Meia-Noite ou diabo Hael, cujos nomes mais conhecidos são Exu Tata Caveira (Proculo), Exu Brasa (Haristum) Exu Mirim (Serguth), Exu Pemba (Brulefer) e Exu Pagão ou diabo Bucons.
Foi a gota dágua, comerciantes inescrupulosos ou, simplesmente, ignorântes, criaram imagens de Exus como diabos, cada vez mais estranhos e aterradores (cifres, rabos, partes de animais ...). construindo no imaginário de muitos médiuns e da população Brasileira, um esteriótipo de Exu = Diabo, Exu = Satanás, Exu = Coisa Ruim.
Hoje em dia as casas de Umbanda (centros, terreiros, tendas ...), pelos estudos, pelo conhecimento e pela orientação dos reais Exus, estão abolindo essas imagens e condenando seu uso.
Na nossa Tenda orientamos os médiuns e supostas entidades que se manifestam dessa maneira dentro do nosso terreiro . Porém, o mal foi feito, o esteriótipo atingiu o psique das mentes mais fracas e, muitas vezes, vemos em certos canais de televisão que fazem programas religiosos, a invocação dessas aberrações e a indevida associação aos Exus de Umbanda. O que podemos dizer é que quem incoca a Deus, Deus o tem; quem invoca do Diabo, o diabo o tem.
Algumas correntes religiosas, estão alimentando na população que participam de seus ritos, a visão de que a culpa para a masela de suas vidas são os Diabos, os Exus, que vêm babando, cam as mãos tortas, grunindo, gritando ( "vou levar, vou levar ... !!!"), todos tortos e deformados dentro de um psique moldado e caricato.
Essas religiões e/ou seitas, estão alimentando o medo, a ignorância, o preconceito, a discriminação e a ilusão de que a culto pela dor alheia é causado pela Umbanda e pelos seus guias, principalmente os Exus. Então fiquem sabendo que isso é mentira, é ilusão é ignorância.
Exu combate o mal, ele devolve o que mandam de ruim, é justo, tem eqüidade em suas decisões e em seus trabalhos. Ele não é, e nunca foi o diabo.
Ele é o guardião dos caminhos, soldado dos Pretos-velhos e Caboclos, emissário entre os homens e os Orixás, lutador contra o mau, sempre de frente, sem medo, sem mandar recado.
Exu não faz mau a ninguém, mas joga para cima de quem merece, quem realmente é mau o mau que essa pessoa fez a outra. Ele devolve, as vezes com até mais força, os trabalhos que alguns fizeram contra outros. Por isso, algumas pessoas consideram esse Orixá malvado.
Existem entidades que se dizem Exu e que fazem somente o mau em troca de presentes aos seus médiuns ou por grandes e custosas obrigações, serviços. Não se engane, Exu que é Exu, não faz mau, a não ser com quem merece e além disso, quando ajuda a uma pessoa não pede nada em troca, a não ser que a pessoa tome juízo, se comporte bem na vida, acredite em Deus e tenha fé.
EXU, O GUIA
Existem dois portadores do nome Exu. Um é o Orixá Exu. O outro, são os Guias chamados de Exu (espíritos, muitos, não mais reencarnacionais) que vêm na emanação principal de Exu (O Orixá) que lhes deu suas características, seus gostos, seus hábitos. Porém, esses Exus, também são subordinados a um Orixá regente, que pode ser Omulu, Xangô, Oxossí, ...
Correntes antigas, Esotéricas, montaram uma hierarquia para os Exus (Guias), relacionando 7 (sete) Exus (Guias) principais, considerados como os 7 (sete) chefes de Legião, que comandam e coordenam outros Exus (Falanges), sendo que cada um de seus comandados também comandam mais 7 (sete), seguindo uma ordem hierárquica de cima para baixo de 7 (sete) em 7 (sete).
São eles os 7 (sete) Exus guardiões ou principais:
  • Sr. Sete Encruzilhadas;
  • Sr. Marabô;
  • Sr. Tranca Ruas;
  • Sr. Tiriri;
  • Sr. Gira Mundo;
  • Sr. Veludo;
  • Sra. Pomba Gira ou Bombo Gira.
Cada um desses amigos trabalha dentro das 7 (sete) linhas da UMBANDA, lutando contra o mal e ajudando as pessoas.


COMO TRABALHAM

Exu gosta de rir, brincar com as pessoas, dizer alguns palavrões, nem todos fazem isso, ser franco e direto, não faz rodeios nem mente. Gosta de beber e fumar, ao contrário do que muitos pensam a bebida e o fumo são peças de aproximação, fazendo com que as pessoas se identifiquem, fiquem mais descontraídas como se estivessem em uma festa. Caso não tenha bebida, ou fuma, ele trabalha do mesmo jeito, porque sua finalidade e ajudar àqueles que precisam.
Alguns Exus foram pessoas como: Políticos, Médicos, Advogados, Trabalhadores, Vadios, Prostitutas, Pessoas comuns, Padres, etc. Que cometeram alguma falha e escolheram, ou foram escolhidos, a vir nessa forma para redimir seus erros passados, outros, são espíritos evoluídos que escolheram ajudar e continuar sua evolução atendendo e orientando as pessoas e combatendo o mal. Assim, quem diz que os Exus são Demônios, na concepção de que são ruins, ou espíritos sem luz, baixos, não sabe o que está dizendo, ou não conhecem a história de cada Exu, os porquês de sua ritualística, seu modo de trabalho ou sua missão. Não se julga um livro por sua capa ou a pessoa pela sua aparência!
Em seus trabalhos Exu corta demandas, desfaz trabalhos e feitiços e magia negra, feitos por espíritos malignos. Ajudam nos descarregos retirando os encostos e espíritos obsessores e os encaminhando para luz ou para que possam cumprir suas penas em outros lugares do astral inferior.
Seu dia é a Segunda-feira, sua bebida, cada um tem a sua, sua roupa, quando lhe é permitido tem cores preta e vermelha.  Pode-se colocar, também, rosas para as pomba giras com champanhe, pois elas gostam.
Assim são nossos amigos Exus:
As Vezes temido, as vezes amado, mas sempre alegre, honesto e combatente da maldade no mundo.


Laroyê Exu, Exu Mojubá!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

CAMBONO: MÉDIUM DE SUSTENTAÇÃO.


Cambono é um secretário das entidades. Ele zela pelo bom atendimento, ajuda a Cambono dinamizar as consultas, facilita o trabalho das entidades e serve também como intérprete destas.
O Cambono, médium de sustentação, é aquele trabalhador, com mediunidade ostensiva ou não, que está presente ao trabalho, mas que não participa diretamente do fenômeno nem dos procedimentos de incorporação mediúnica para atendimentos.
Como o próprio nome diz, embora não esteja envolvido diretamente no fenômeno ou na assistência, faz a sustentação energética do trabalho, mantendo o padrão vibratório elevado por meio de pensamentos e sentimentos elevados.
Ao contrário do que se pensa, os médiuns cambonos de sustentação são tão importantes quanto os médiuns de incorporação, pois são eles que ajudam a garantir segurança, firmeza e proteção para o grupo e para o trabalho, enquanto os médiuns de atendimento fazem a sua parte e desenvolvem o trabalho assistencial.
Além disso, são eles também que ajudam os médiuns de incorporação, como já foi escrito linhas acima.
Considerando esse papel, podemos listar alguns requisitos importantes para os médiuns de sustentação:

Responsabilidade
Tanto quanto o médium de incorporação, o médium cambono de sustentação precisa conhecer a mediunidade e tudo o que diz respeito ao trabalho com a espiritualidade e as energias humanas, a fim de poder auxiliar eficientemente o dirigente do trabalho e os seus colegas médiuns ou não.

Firmeza mental e emocional
Como é o responsável pela manutenção do padrão vibratório durante o trabalho, o médium cambono de sustentação deve ter grande firmeza de pensamento e sentimento, a fim de evitar desequilíbrios emocionais e espirituais que poderiam pôr a perder a segurança do trabalho e dos outros trabalhadores.

Equilíbrio vibratório
Como trabalha principalmente com energias – que movimenta com os seus pensamentos e sentimentos o cambono, médium de sustentação deve ter um padrão vibratório médio elevado, a fim de poder se manter equilibrado em qualquer situação e poder ajudar o grupo quando necessário.
Para isso, deve observar sempre a prática do Evangelho no Lar, ou algo similar, bem como a preparação necessária na noite que antecede o trabalho e no dia propriamente dito, cuidando do descanso, da alimentação, da higiene física e mental, dos banhos ritualísticos, da firmeza da sua guarda, etc.
Compromisso com a casa, o grupo, os Guias Espirituais e os assistidos
O cambono, médium de sustentação deve lembrar-se de que, mesmo não tomando parte direta nas assistências, tem alguns compromissos a serem observados:
• Com a casa que trabalha: conhecendo e observando os regulamentos internos a fim de segui-los. Explicá-los, quando necessário, e fazê-los cumprir, se for o caso; dando o exemplo na disciplina e na ordem dentro da casa; colaborando, sempre que possível, com as iniciativas e campanhas da instituição.
• Com o grupo de trabalhadores em que atua: evitando faltar às reuniões sem motivos justos, ou faltar sem avisar o dirigente ou o seu coordenador; procurando ser sempre pontual nos trabalhos e atividades relativas; procurando colaborar com a ordem e o bom andamento do trabalho.
• Com os Guias Espirituais: lembrando que eles contam também com os médiuns cambonos de sustentação para atuar no ambiente e nas energias necessárias aos trabalhos a serem realizados, e que, se há faltas, são obrigados a “improvisar” para cobrir a ausência. Os Guias Espirituais devem ser atendidos com presteza e respeito.
• Com os assistidos: encarnados e desencarnados, que contam receber ajuda na Casa e não devem ser prejudicados pelo não comparecimento de trabalhadores. Todos deverão ser recebidos e tratados com esmero, dedicação, respeito e educação.

Ausência de preconceito
O cambono, médium de sustentação não pode ter qualquer tipo de preconceito, seja com os assistidos encarnados ou desencarnados, seja com os dirigentes, mentores, etc.
Ele não está ali para julgar ou criticar os casos que tem a oportunidade de observar, mas para colaborar para que sejam solucionados da melhor forma, de acordo com a sabedoria e a justiça de Deus.

Discrição
O cambono, médium de sustentação nunca deve relatar ou comentar, dentro ou fora da casa, às informações que ouve os problemas dos quais fica sabendo e os casos que vê nos trabalhos de que participa. A discrição deve ser sempre observada, não só por respeito aos assistidos envolvidos, encarnados e desencarnados, como também por segurança, para que entidades envolvidas nos casos atendidos não venham a se ligar a trabalhadores, provocando desequilíbrios.
Os comentários só devem acontecer esporadicamente, de forma impessoal, como meio de se esclarecer dúvidas e transmitir novas informações a todos os trabalhadores, e somente no âmbito do grupo, ao final dos trabalhos.

Coerência:
Tanto quanto o médium de incorporação, o cambono, médium de sustentação deve manter conduta sadia e elevada, dentro e fora da casa em que trabalha, para que não seja alvo da cobrança de entidades desequilibradas, no intuito de nos desmascarar em nossas atitudes e pensamentos.
Como vemos, as responsabilidades dos cambonos, médiuns de sustentação são as mesmas que a dos médiuns ostensivos, e exigem deles o mesmo esforço, a mesma dedicação e a mesma responsabilidade.

CONCLUSÃO
Como vimos, não é tão fácil ser um cambono. Para ser um, é preciso aprender tudo sobre os Orixás, os Guias Espirituais, o Templo e, principalmente, sobre a conduta que deve adotar para, depois, se for o caso, ser um bom médium de incorporação e alcançar a evolução espiritual até o Pai Maior.

Fonte:
TRECHO EXTRAÍDO DO LIVRO: O ABC DO SERVIDOR UMBANDISTA
AUTORIA: PAI JURUÁ

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Bioenergia, encontrando a cura no equilibrio!












Texto de Géro Maita

A bioenergia, ciência que estuda as interações da energia sobre a estrutura viva, traz instrumentos para uma mudança da visão mecanicista-cartesiana do processo saúde e doença para uma visão mais condizente com o que se conhece por holismo.
Para um entendimento global do ser, deve-se superar o conceito simplista de energia como sendo apenas a capacidade de realizar para percebê-la como princípio integrador e regulador de todos os processos físicos, químicos e sutis que ocorrem no universo.
Com os conhecimentos atuais de Física Quântica,pós a teoria da relatividade, a dualidade matéria x energia abre espaço para o entendimento de que matéria é energia condensada, sendo uma apenas a manifestação momentaneamente, em estado diferente da outra. Matéria e energia se transformam e se influenciam em diversos níveis.
Em termos gerais, as enfermidades que se manifestam com alterações de estruturas orgânicas têm uma desorganização enegética precedente.
Ao longo de diversos estudos feitos tem sido descoberto a origem de algumas doenças nas causas energéticas que envolvem o ser.
Já sabemos hoje que o CÂNCER é uma doença que se processa do acumulo de magoa e ódios gerados por determinada pessoa, refletindo-se como processo purificador do espírito muitas vezes em encarnações futuras.
As doenças relacionadas ao sistema urinário procedem do medo de se colocar algo que nos incomoda para fora.
Doenças que afetam os Brônquios se processam da rejeição sofrida por terceiros.
Doenças cardíacas, surgem da baixa auto - estima.
Enfim, temos uma infinidade de causas estudadas e constadas por especialista inclusive da USP em que a origem de nossos problemas concentra-se antes em nosso campo energético e para tratamento adequado hoje temos a Bioenergia que visa primeiro tratar o espírito devolvendo-lhe seu equilíbrio necessário para que o mesmo se reflita no organismo atuando assim no órgão afetado.
Dentro das terapías bioenergéticas preventivas temos a "foto Kirlian" que diagnosticada corretamente prevê processos parasitários em formação através da energia contida em nosso duplo etério, campo também onde esta a energia de nossos chacrás e deste diagnóstio pode o terapeuta indicar tratamento conveniente para o paciente antes que o mesmo sucumba em aflições no corpo físico, também claro detectando o mesmo a origem de patologias já desenvolvidas em usa origem ou seja no corpo energético do paciente.
Temos na natureza inúmeras oportunidades de cura e auxilio energético que ainda passam desapercebidos por muitas pessoas.
Abaixo citamos alguns campos que auxiliam no equilíbrio energético:
Matas: Além do ar puro que desagrega fontes parasitárias negativas, temos na força energética da natureza um poderoso aliado na cura de desequilíbrios emocionais nervosos. O simples ato de se caminhar descalço sobre grama molhada já é um aliado no combate aos stress.
Cachoeiras, lagos e rios: São fontes equilibradoras de nossa energia vital, as vezes prejudicada pelo desgaste emocional que passamos no dia-a-dia. Tomar banho em uma cachoeira por exemplo, ou somente mergulhar os pés em suas margens auxilia-nos a recuperar o equilíbrio vital outrora desequilibrado, gerando fadigas e desequilíbrio do sistema nervoso
Mar: A água salgada é uma poderosa fonte de descarrego energético e temos a beira mar uma fonte equilibradora de processos obsessivos processados de encarnados para encarnados através de magoas enraizadas, atuando principalmente em nosso sistema emocional, é recomendado que pelo menos 03 vezes ao ano que nos banhemos nas águas do mar.
Chás de ervas variadas: São poderosos agentes em sindrômes diversas, dando como exemplo o chá de camomila indicado no auxilio a crises depressivas
Inúmeras são as forças que Deus disponibilizou na natureza para nos auxiliar em nosso equilíbrio energético, porém também não podemos deixas de citar aqui a força da PRECE que nos liga com DEUS e através de suas energias salutares nos da paz e equilíbrio necessários para conduzirmos nossas vidas.
Lembramos aqui para encerrar as palavras do Sábio Mestre Jesus, "é preciso ter olhos para ver e ouvidos para ouvir..."
Que possamos estar mais atentos a tudo que Deus nos oferta, pois partindo deste principio encontraremos no jardim de nossa casa e no ar que respiramos fontes imensas de cura e equilíbrio energético

“PEDRAS” que tudo seja ou torne-se concreto


As pedras são importantes, no entanto, talvez muitos ainda não sabem ‘o quanto’.

Pedras e rochas são partes desta terra antes de qualquer outra forma de vida. “Pedra” é um termo genérico do reino mineral, é uma matéria mineral, dura e sólida, da natureza das rochas. São formadas por magma e gases no interior da terra, por cristalização de soluções aquosas ou por reação entre vários minerais.

As pedras atuam em vários níveis, agem por meio de vibração ativando e regulando os chacras, consequentemente, ameniza vários problemas do corpo físico e ainda ameniza o emocional, fortalece o mental e equilibra o campo energético.

Saibam que desde tempos remotos as pedras têm sido utilizadas para o equilíbrio do homem e atualmente, mais do que essa utilização, elas são usadas nos rituais e celebrações pelo seu grande poder energético, natural e divino.

Pedra é um sinal, um marco. É o símbolo dos poderes eternos e divinos. Representa a Terra, a solidez e tudo o que é concreto.

Não usá-las seria realmente uma grande perda, pois acredito que queremos sempre solidez e segurança em tudo que fazemos. Acredito que queremos que tudo seja ou torne-se algo concreto. Acredito também que não há nenhum elemento mineral tão firme e forte como uma pedra, portanto, tê-las sempre próximo de nós de forma correta e coerente é, com certeza, sempre uma boa opção.

Afinal, as PEDRAS são energias que trabalham por si. São autênticas fontes de luz, emanadoras de energias curadoras e de energias naturais elementais que podem ser captadas e projetadas em nós ou em nosso ambiente. São fontes inesgotáveis de energias, só precisam ser direcionadas, programadas, ativadas e usadas com sabedoria.

Aproveitem essas dicas sobre as pedras e os ambientes, mas não se limitem no simples ou no básico, abram vossas mentes e vossos espíritos para o conhecimento e para a evolução.

Não deixem de estudar, de querer saber, de fazer e acontecer. Saiam do automático e verão vossas vidas mudarem na mesma intensidade de suas ações.

  • QUARTO DE CASAL – Um quartzo rosa para cada um, colocados um em cada lado da cama, formam uma ligação energética amorosa.
  • QUARTO DE DORMIR – A sodalita, uma belíssima pedra azul escura com listras brancas, é uma das pedras mais indicadas para se ter nos quartos. Além de ajudar a combater a insônia, quando colocada por alguns minutos no terceiro olho antes de dormir, estimula toda a atividade consciente durante o sono, trazendo maior facilidade para a lembrança dos sonhos, assim como “insights” e respostas. O quartzo rosa e a água marinha, também são ótimas para os quartos, já que produzem um efeito calmante e relaxante, e são as mais aconselhadas para ficarem na mesa de cabeceira das crianças.
  • ESCRITÓRIO OU QUARTO DE ESTUDO – As pedras amarelas, principalmente o citrino e o topázio imperial, acelera o aprendizado, melhoram a memória e estimulam o raciocínio. Por isso, são ótimas companheiras para longos períodos de estudo, na elaboração de trabalhos complexos ou reuniões extenuantes. Devem ser deixadas sempre na mesa de trabalho ou na escrivaninha das crianças. Quando sentir que a energia estiver acabando, basta pegar seu citrino ou topázio imperial, colocá-los no alto da cabeça, inspirar e expirar três vezes profundamente. Você se sentirá renovado.
  • MESA DE TRABALHO - As piritas, aquelas belíssimas pedras feitas de cubos dourados, são ótimas para ficarem em mesas de trabalhos ou locais onde são realizados negócios. Ligadas à abundância e à prosperidade, ela nos auxilia na realização dos objetivos e na concretização de ideias e projetos.
  • SALA OU LOCAL DE MEDITAÇÃO - Duas pedras não devem faltar no seu local de meditação ou altar: Um quartzo branco gerador (uma ponta de cristal branco), que funciona purificando e renovando a energia, abrindo os canais sutis e amplificando as experiências místicas, e a ametista, que é uma pedra muito ligada à espiritualidade, devido a sua cor violeta, ligada à transmutação e regeneração. Ela aprofunda nossos mergulhos nas experiências místicas aumentando nossa intuição.
  • COZINHA – A cozinha é considerada um dos locais da casa onde é muito importante haver harmonia e equilíbrio já que a pureza de nossos alimentos dependem do estado emocional daqueles que o manipulam. O ideal é termos várias peças de quartzo branco e rutilado, aquele cristal que parece ter fios de cabelos dourados dentro dele. Para o local onde são feitas as refeições, o ideal são as calcitas laranjas, pedras estimulantes e energizantes, que atuam na absorção da energia vital presente em tudo que ingerimos, dos alimentos que comemos, ao ar que respiramos.
  • BANHEIROS - Sim, no banheiro também usamos cristais! Considerado o local da casa por onde as energias mais densas são eliminadas, é comum haver ali energias intrusas ou pesadas e as turmalinas negras são ótimas transformadoras. Suas estrias funcionam como condutoras energéticas, não deixando que nada fique estagnado. Também são ótimas pedras para termos atrás das portas de entrada, por serem outros locais onde é comum haverem estagnações energéticas.
  • CONSULTÓRIO MÉDICO – O quartzo verde e a ametista são uma ótima combinação para ambientes que lidam com energias de cura. A ametista regenera e traz à tona tudo que está acumulado e o quartzo verde atua na cura e no equilíbrio emocional.
  • SALA DE ESTAR E AMBIENTES DE TRABALHO – Drusas de quartzo branco, também chamados de aglomerados. Esses cristais são indicados quando várias pessoas precisam compartilhar o mesmo ambiente. Devemos colocá-lo no local da casa que é comum a todos os moradores, ou no local de trabalho, onde várias pessoas transitam. Os aglomerados são várias pontas de cristal que compartilham a mesma base, mostrando que pode haver uma convivência harmônica entre diferentes seres.

Retirado do site: http://www.minhaumbanda.com.br/